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Serviço

Manutenção e Otimização

Correção de bugs, ganho de performance e evolução constante para sistemas que já estão no ar, inclusive os que não fomos nós que construímos.

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O que é

Sistema no ar também precisa de engenharia

Existe uma população enorme de sistemas essenciais e abandonados: o fornecedor sumiu, o desenvolvedor saiu, e agora ninguém tem coragem de mexer no código que sustenta a operação. Cada bug vira convivência forçada, cada melhoria é adiada por medo. A saída óbvia, reescrever tudo do zero, costuma ser a mais cara e a mais arriscada, porque joga fora anos de regra de negócio embutida.

Nosso trabalho começa com uma auditoria de entrada: código, arquitetura, dependências, segurança e os pontos onde o sistema mais dói. Dali sai um mapa honesto do que existe, com riscos priorizados. Então assumimos a rotina: bugs corrigidos com a causa raiz documentada, consultas lentas otimizadas, dependências atualizadas em etapas seguras e as pequenas evoluções que a operação pede.

O critério que organiza tudo é risco versus impacto. Débito técnico não se paga de uma vez, se paga em parcelas planejadas: cada intervenção melhora um pedaço sem parar a operação, protegida por testes que escrevemos antes de mexer. É assim que um sistema intocável volta, aos poucos, a ser um sistema normal, que aceita mudança sem drama e sem madrugada de plantão.

Esse trabalho contínuo acontece, na maioria dos casos, dentro do modelo de Evolução Contínua: um pacote mensal com rituais de acompanhamento, prioridades definidas junto com você e SLA para o que é urgente. O backlog fica visível, cada hora investida tem destino claro, e você recupera a capacidade de planejar o futuro do sistema em vez de só reagir a ele.

O que entregamos
  • Auditoria técnica de código e arquitetura
  • Correção de bugs com causa raiz documentada
  • Otimização de performance e de consultas lentas
  • Atualização segura de dependências e versões
  • Pequenas evoluções e novas funcionalidades
  • Monitoramento de erros e alertas em produção
  • Redução planejada de débito técnico
  • Documentação do que hoje é caixa-preta
Como trabalhamos
01

Discovery

Entendemos o problema, o contexto e as restrições antes de escrever a primeira linha.

02

Construção

Estabilizamos primeiro: monitoramento ligado, backups conferidos e os bugs mais caros corrigidos com testes de proteção, para o sistema parar de assustar antes de começar a melhorar.

03

Evolução

Com a base estável, entramos no ritmo contínuo: rituais de priorização com você, débito técnico pago em parcelas e melhorias entregues todo ciclo, com backlog transparente.

Perguntas frequentes
Qual a diferença entre este serviço e o modelo Evolução Contínua?

O serviço é o trabalho técnico: corrigir, otimizar, atualizar e evoluir um sistema em produção. A Evolução Contínua é o modelo de contratação sob o qual esse trabalho costuma acontecer: um pacote mensal de horas com rituais de acompanhamento e SLA definidos em contrato. Em resumo, um é o que fazemos; o outro, o formato em que você contrata.

Vocês assumem um sistema que outra empresa desenvolveu?

Sim, é o caso mais comum deste serviço. O processo começa com uma auditoria técnica para entender o que existe: código, arquitetura, dependências e riscos. Você recebe esse diagnóstico por escrito, com um plano de estabilização priorizado. A partir daí, assumimos a rotina com responsabilidade, sem apontar dedo para quem veio antes.

Meu sistema é muito antigo. Ainda vale a pena mantê-lo?

Idade, sozinha, não condena um sistema: há código antigo saudável e código novo em estado terminal. O que avaliamos é outra coisa: risco de segurança, custo de cada mudança e disponibilidade de gente que domine a tecnologia. A auditoria responde isso com fatos, e às vezes a resposta é modernizar por partes, mantendo o que funciona.

Como vocês decidem o que fazer primeiro?

Com uma régua simples: risco e impacto. Primeiro o que ameaça a operação, como falha de segurança e perda de dados; depois o que dói todo dia, como lentidão e erro recorrente; então o que destrava o negócio. Essa priorização é feita junto com você nos rituais de acompanhamento, com o backlog aberto na mesa.

Em que momento vale reescrever em vez de manter?

Quando o custo de manter supera o de reconstruir, e essa conta precisa ser feita com números, não com cansaço. Sinais fortes: tecnologia sem suporte e sem mão de obra, mudanças simples que consomem semanas, mesmo problema corrigido repetidas vezes. Mesmo aí, preferimos reescrever por partes, com o sistema antigo rodando até cada pedaço novo se provar.

E se não existir documentação nenhuma?

É o cenário mais frequente, e a gente trabalha assim: o código vira a fonte da verdade, e a documentação nasce durante a auditoria e cresce a cada entrega. Registramos arquitetura, fluxos críticos e decisões à medida que tocamos cada área. Em pouco tempo, o sistema deixa de ser caixa-preta e a dependência de memória individual desaparece.

Tem um projeto em mente?

A gente devolve um plano técnico claro, sem compromisso.

Vamos tirar sua ideia do papel

O investimento é tratado depois, na proposta, após a conversa de discovery.