Pular para o conteúdo
Sobre Serviços Tecnologias Modelos de trabalho Carreiras Insights Contato
Idioma
Tema de cor
Falar com especialista
Serviço

UX Design

Design de produto feito por quem também escreve código: pesquisa, protótipo e interface que chegam à engenharia prontos para virar software de verdade.

Falar com especialista
O que é

Design que sobrevive ao encontro com o código

Muito projeto de design morre na passagem para o desenvolvimento: telas lindas que ignoram estado de carregamento, mensagem de erro e o caso em que a lista vem vazia. O desenvolvedor preenche as lacunas improvisando, e o produto final não se parece com o que foi aprovado. A causa é estrutural: design e engenharia trabalhando como departamentos que se entregam documentos em vez de construírem juntos.

Aqui o design nasce dentro de uma software house. Começamos entendendo o problema com quem usa: entrevistas, análise do fluxo atual e teste dos caminhos críticos em protótipos navegáveis, antes de qualquer linha de código. Errar no Figma custa uma fração de errar em produção, e é aí que a gente prefere gastar as tentativas, com evidência no lugar de opinião.

Cada tela é desenhada com a implementação no horizonte: estados de carregamento, erro e vazio especificados, componentes que mapeiam para código, tokens de cor e tipografia prontos para virar variáveis. Acessibilidade entra no esboço, não na auditoria final. Quando o desenvolvimento é nosso, a conversa entre designer e desenvolvedor acontece na mesma squad; quando é do seu time, a entrega já fala a língua dele.

Produto lançado devolve dado, e dado alimenta a próxima decisão de design. Acompanhamos como as pessoas usam o que foi desenhado, medimos onde travam e iteramos com base nisso. A biblioteca de componentes segue viva e documentada, para a décima tela nova sair mais rápida e mais consistente que a primeira, em vez de cada entrega reinventar o produto.

O que entregamos
  • Pesquisa com usuários e mapeamento de jornadas
  • Wireframes e protótipos navegáveis em Figma
  • Testes de usabilidade com roteiro e síntese
  • Design system com tokens e componentes reutilizáveis
  • Interfaces para web e mobile prontas para handoff
  • Especificação de estados de erro, vazio e carregamento
  • Acessibilidade considerada desde o primeiro esboço
  • Documentação viva da biblioteca de design
Como trabalhamos
01

Discovery

Entendemos o problema, o contexto e as restrições antes de escrever a primeira linha.

02

Construção

Desenhamos em ciclos de protótipo e teste: as pessoas certas usam o protótipo, a gente observa onde travam e refina antes de qualquer código, quando mudar ainda é barato.

03

Evolução

Com o produto no ar, medimos uso real, priorizamos ajustes com evidência e mantemos o design system atualizado, para cada entrega nova sair mais consistente que a anterior.

Perguntas frequentes
Tenho pressa. Dá para pular a pesquisa?

Dá para dimensioná-la, não para eliminá-la. Poucas conversas com as pessoas certas, num intervalo curto, já derrubam as suposições mais perigosas do projeto. Pular essa etapa não elimina o custo dela: só o transfere para depois do lançamento, quando corrigir é mais caro. Ajustamos a profundidade da pesquisa ao risco da decisão.

Vocês só desenham ou também desenvolvem?

As duas coisas, e é essa a vantagem. O design sai de uma empresa que constrói software todos os dias, então o que a gente desenha considera viabilidade técnica desde o esboço. Você pode contratar só o design, com handoff completo para o seu time, ou o ciclo inteiro, do protótipo ao produto em produção.

Meu produto já existe e tem clientes. Dá para redesenhar sem quebrar tudo?

Dá, e é o cenário mais comum. Redesenho de produto vivo pede faseamento: começamos pelos fluxos com mais atrito, medimos o efeito de cada mudança e evoluímos por etapas, sem forçar os usuários atuais a reaprender tudo de uma vez. Big bang de interface costuma ser a pior opção, e a gente evita.

Como vocês sabem se o design funcionou?

Definindo junto com você, antes de desenhar, o que sucesso significa: concluir um cadastro sem ajuda, reduzir abandono num fluxo, diminuir chamados de suporte sobre uma tela. Depois do lançamento, medimos esses indicadores no uso real e comparamos com a linha de base. Design sem critério de sucesso é decoração.

Design system vale a pena para uma empresa do meu tamanho?

Depende menos do tamanho e mais da frequência com que você constrói interface. Se o produto evolui toda semana, uma biblioteca de componentes documentada paga o investimento rápido: menos retrabalho, mais consistência e onboarding mais curto para quem chega. Para um site que muda pouco, uma base bem organizada no Figma resolve, e a gente diz isso.

Meu time interno desenvolve. Como funciona a entrega?

O handoff é tratado como produto: biblioteca organizada no Figma, tokens exportáveis, componentes nomeados em sintonia com o código e especificação dos estados de cada tela. Fazemos uma sessão de passagem com os desenvolvedores e acompanhamos as primeiras entregas para tirar dúvidas. O objetivo é o seu time andar sozinho, não depender da gente.

Tem um projeto em mente?

A gente devolve um plano técnico claro, sem compromisso.

Vamos tirar sua ideia do papel

O investimento é tratado depois, na proposta, após a conversa de discovery.